Menina de 3 anos morta por padrasto foi espancada e torturada, indicam lesões citadas em certidão de óbito

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Suspeito do crime teve a prisão em flagrante convertida em preventiva pela Justiça Agredida chutes e tapas pelo padrasto Carlos Henrique da Silva Junior,  por um período que varia de 30 a 40 minutos, a menina Lara Emanuelly Braga da Silva, de 3 anos, morreu com hemorragia das meninges (cérebro), hemorragia interna do abdômen e laceração hepática com ação contundente. 

A informação consta na certidão de óbito da criança, sepultada nesta terça-feira, no Cemitério de Irajá, na Zona Norte do Rio. Para Nelson Massini, perito e professor aposentado de medicina legal, as lesões descritas no óbito apontam para indícios de espancamento, caracterizado como tortura ( por conta do tempo das agressões). Violência: 'É difícil estar aqui jogando terra no rosto da minha própria filha', diz pai ao sepultar o corpo de menina morta por espancamento Brutalidade: 

 Criança de 3 anos foi espancada e morta na Baixada Fluminense porque não queria tomar banho Segundo Massini, as lesões indicam que Lara foi espancada principalmente na cabeça e abdômen. As agressões aconteceram no último domingo, no box da casa onde a menina morava, no Bairro de Vila Rosali, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. 

Na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), o suspeito contou ter agredido a enteada porque ela não queria tomar banho. — Na cabeça a ação contundente (socos) provoca hemorragias cerebrais e no abdômen essa mesma ação provoca rotura de vísceras maciças (fígado, rim, baço) e com isso uma hemorragia interna intensa que leva a morte — explicou o perito. 

 A menina Lara Emanuelly foi morta por suspeita de espancamento em São João de Meriti Reprodução Carlos Henrique foi preso em flagrante, no domingo. A agressão teria sido presenciada por um irmão de Lara, de 5 anos. A mãe da criança não estava em casa na hora do fato, já que levara um terceiro filho a uma unidade de saúde.  Nesta terça-feira, o corpo de Lara foi sepultado no cemitério de Irajá, na Zona Norte do Rio. Maike de Oliveira Ramos, de 28,que diz ser pai biológico da menina, fez questão de ele próprio sepultar a filha. Com uma pá emprestada, Maike cobriu com terra o caixão da filha. A mãe da pequena Lara não compareceu à cerimônia. 

O Globo




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